Au pair en France

Au pair en France

segunda-feira, 31 de março de 2008

Ar puro

Nao sei se contei que fui almocar nas montanhas anteontem, comer uma deliciosa tartiflete (batata e queijo). A vista eh uma coisa de doido. Como nao sou egoista, ja coloquei no album as fotos desse passeio para babarem junto comigo.

Clica la no meu album e aproveitem!

Beijo grande!

5 comentários:

Anônimo disse...

LORENÍSSIMA, DESXCULPE O ENORME POST - NÃO SEI SE VOCÊ ESTÁ NO MESMO E-MAIL. DE QUALQUER FORMA, A FRASE DO DRAMATURGO ACHO QUE VALE O POST - E VALE PRA VOCÊ LEMBRAR UM POUQUINHO SEUS TEMPOS DE JORNALISTA.
BEIJOS/ JOÃO

A correspondente americana do The New York Times na França, a experiente jornalista Elaine Sciolino, se despede da chefia do escritório no país, com uma deliciosa reportagem: “Um guia para os franceses. Manuseie com cuidado”.

Ela começa o texto citando uma frase do personagem de uma peça do poeta e dramaturgo Henri de Bornier: “Todo homem tem dois países, o seu próprio e a França”.

Elaine diz que passou cinco anos e meio em Paris, como correspondente, tentando tornar o país o dela próprio, mas sabendo que nunca teria tempo suficiente para isso. Mas como ela deixa o cargo para assumir outro nos EUA, deixa oito lições do que aprendeu lá.

Vale a pena ler o pequeno “guia” --é divertido, inteligente, cheio de detalhes e peculiaridades curiosas-– e apesar de breve, oferece um panorama geral da cultura do país (pela visão americana, é bom ressaltar).

A segunda “lição” é especialmente interessante para nós, porque está diretamente ligada com a nossa profissão e traz uma característica da imprensa francesa que, particularmente, eu desconhecia.

Mas começo pela primeira porque, de certo modo, as duas se relacionam semanticamente.

1: Olhar no espelho retrovisor.
Para começar a entender a França, você tem que olhar para trás. Os franceses são obcecados com história. Parte deste sentimento é uma afinidade genuína com o passado, parte um desejo de se apegar a uma glória perdida, parte uma insegurança que vem de uma economia morna e de um esforço de integrar o crescimento de população árabe e africana.

Nenhum aniversário é tão sem importância para se celebrar. Em meu tempo aqui, os franceses relembraram o vigésimo aniversário do naufrágio do “Guerreiro do Arco-Íris do Greenpeace”, o ducentésimo aniversário do diploma de bacharel da escola secundária, o sexagésimo aniversário do biquíni e o centésimo aniversário do sutiã.

O centésimo aniversário do nascimento de Simone de Beauvoir, foi celebrado com meia dúzia de biografias, séries de DVDS, três dias de simpósio acadêmico e uma cobertura da revista Le Nouvel Observateur com uma dela nua de costas.

2: Uma entrevista às vezes não é uma entrevista.
A paixão deles por história não significa que os franceses sempre a façam com precisão. Há muito tempo tem sido prática comum que jornalistas na França permitam que seus entrevistados editem suas palavras. “Lido e corrigido,” o sistema é conhecido.

Uma vez peguei a parte de uma entrevista com Jacques Chirac, quando era presidente, em que ele dizia que “não seria de todo perigoso se o Irã tivesse uma bomba nuclear ou duas”. Esta certamente não era uma posição dos franceses. Então um oficial do Palácio Élysée excluiu a transcrição e substituiu por esta: “Eu não vejo que tipo de cenário poderia justificar o recurso do Irã por uma bomba atômica”.

A prática de reparar transcrições continua sob a presidência de Nicolas Sarkozy. Mês passado, o presidente se irritou quando um espectador se recusou a apertar sua mão em uma feira anual de agricultura. (Uma tradução polida do que ele disse, poderia ser, “Some daqui, seu imbecil estúpido!”). O incidente, capturado em vídeo, foi visto por milhões na internet.

De acordo com o jornal Le Parisien, no outro dia, Sarkozy havia expressado arrependimento em uma entrevista, dizendo que “teria sido melhor se eu não tivesse respondido a ele.” Mas o editor do jornal logo confessou que as palavras de arrependimento nunca haviam sido pronunciadas.” Tinham sido editadas pelo Élysée Palace.

Anônimo disse...

meu Deus, Ló! voce só fala de comida!!!! desse jeito já, já minhas roupas que te dei nao vao caber em voce! te cuide, irma! beijao, nanda

Moty disse...

LO,eu acho q vou ter q reformar a casa..aumentar todas as portas...vc só come...acho q até o João vai concordar comigo,..kkkkk um beijáo, te amo.Moty

Diogo disse...

Ola,
Pelo que entendi você esta visitando a França em programa au pair certo? Eu tenho interesse em viajar para o país por intercambio. Será que poderiamos conversar para trocar algumas idéias e informações. Ficaria muito grato.

Rita disse...

Bebe desse jeito voce vai virar uma bolinha. Tá bom demais aproveite bastante. Olha fiquei encantada com as fotos. Saudades.Tudo de bom pra voce. Beijos da tia Rita.